domingo, 4 de outubro de 2009

Oração do Meu Cão


Senhor, eu velo!
Se eu não estivesse lá quem guardaria a casa?
Quem lhes seria fiel?
Só vós e eu somos capazes de compreender a fidelidade!
Eles dizem: “Bom cão! Bravo cão!”
Recebo as suas carícias e os ossos que me dão
E tenho um ar contente!
Senhor, eu velo!
Sei que um dia levaste o meu dono
Dei pela sua falta.
Eles, nada me disseram
Mas eu perdi o sono.
Senhor, eu velo!
Não permitais que eu morra, antes que, para eles,
Todo o perigo tenha desaparecido!
Assim seja!



Nota: Chamava-se Rocky e morreu de velhice neste começo do Outono. Tinha dezassete anos. O seu coração atraiçoou-o. No quintal a sua casota pintada de azul, cor do céu, permanece a lembrá-lo. A taça da água está vazia mas bate lá o sol irisando todo o espaço. Eu faço de conta que ele ainda está a dormir e chamo baixinho: Rocky, Rocky… Só o silêncio responde. E eu repito: Rocky…
OBRIGADO!

Dia de Francisco de Assis – Padroeiro dos Animais


Francisco louva e bendiz as criaturas. Mas há mais factos sobre este homem, amigo do Universo e de todas as criaturas. Francisco andava montado num burrico por uma estrada que levava a uma cidadezinha. Os lavradores que viram Francisco gritaram: “ Irmão Francisco fique connosco. Não vá adiante. Há um lobo perigoso na vizinhança que pode dar cabo de si.” Francisco respondeu: “Que mal fiz ao irmão lobo para que ele me devore? Até à vista irmãos e temei a deus!”

Francisco foi ao encontro do lobo: “Vem cá irmão lobo. Em nome de Cristo eu te proíbo de me fazeres mal ou a um outro qualquer.”

E o lobo aproximou-se de Francisco e deitou-se a seus pés.

Os animais eram amigos de Francisco porque ele era seu amigo. Uma cotovia vivia nos seus ombros. Um faisão acompanhava-o constantemente. Uma cigarra acordava-o de manhã. Retirava os bichinhos do caminho para que mingúem os pisasse. Os gansos do lago foram salvos por um pedido que fez ao perfeito da cidade.

Para Francisco tudo era paz e amor. Ele viveu a paz e o amor. A sua saudação a quem encontrava era: O Senhor te dê a paz!

Vista da Cidade de Assis

E o seu plano de vida era:

Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor.

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.

Onde houver discórdia, que eu leve a união:

Onde houver dúvida, que eu leve a fé:

Onde houver erro, que eu leve a verdade.

Onde houver desespero, que eu leve a esperança:

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Mestre, fazei que eu procure menos

Ser consolado, do que consolar,

Ser compreendido, do que compreender,

Ser amado, do que amar.

Pois é dando que se recebe,

É perdoando que se é perdoado,

É morrendo que se vive para a vida eterna!

Francisco de Assis, um Homem que amou o Mundo!


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Carta a Uma Praia - Zalala


Para lerem o texto cliquem na imagem e poderão vê-la com letra legível.


Selo do Carlos Albuquerque Com Um Jogo

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Achei interessante a distribuição do selo elaborado pelo Carlos Albuquerque (e que lindo é!!!). Para este jogo, adoptou o número 3 e deu uma explicação plausível para essa escolha com a qual estou de acordo. E, neste contexto, escolheu três primeiros blogs a quem ofereceu a possibilidade de jogar e ganhar um selo precioso.
Obrigada Carlos pela deferência.

Às perguntas do jogo, que vêm em conjunto com o selo, dou já a resposta:

1-Se o azul não existisse de que cor pintaria o céu? AMARELO

2-Há um mar vago. Onde o poria? NA MINHA RUA

3-Se encontras um sonho perdido, o que é que lhe fazes? VIVO-O

4-Se por aqui ou por ali. Qual a escolha? EM FRENTE

Receita dos Sonhos de Abóbora


(Complemento do post “sonhos”- O prometido é devido)


Ingredientes: 3 ou 4 fatias de abóbora (se for grande) 2 Chávenas de farinha de trigo peneirada, 1 colher de fermento em pó (rasa), 3 ovos inteiros, ½ colher de chá de sal fino.
Execução: Cozem-se as fatias de abóbora em água com um pouco de sal. Logo que esteja cozida tira-se com muito cuidado para fora e escorre-se a água muito bem, dentro de um passador.
Em seguida, esmaga-se tudo muito bem com as mãos dentro de uma tigela grande até formar um puré. Acrescenta-se-lhe a farinha e o fermento, um ovo de cada vez e o sal. Volta a amassar-se muito bem. Deixa-se levedar durante 5 a 10 minutos, com a tigela tapada.
Coloca-se na frigideira bastante azeite e, quando este estiver quente, colocam-se colheradas de massa (colheres de sobremesa) fritando os sonhos.
Depois de bem escorridos, coloca-se numa “cama” de açúcar a gosto de cada um!

Bom apetite!!