Hoje em dia é difícil ser-se filho em Portugal! No meu tempo os pais andavam atrás de nós para cortarmos o cabelo. Hoje os pais modernos vão á escola buscar os miúdos de rabo – de - cavalo! No meu tempo tínhamos de fumar ás escondidas. Hoje, os miúdos têm de tossir antes de entrar na sala para dar tempo aos pais para esconder o charro.
Sejam compreensivos para com os vossos pobres pais! Estão a atravessar uma fase difícil. Todas as fases da vida são difíceis. A idade do armário não é só aos 11 anos – regressa de 10 em 10 anos, aos 21, 31, 41, 51. O armário pode ir mudando, mas as pessoas fecham-se lá dentro da mesma maneira.
Rapazes e raparigas deste país: não tenham vergonha do rabo-de-cavalo do vosso pobre pai nem da ultramini - saia da vossa pobre mãe. O rabo-de-cavalo é apenas uma retirada estratégica do cabelo pelo pescoço abaixo. Quanto mais careca se fica mais cresce o rabo-de-cavalo. A ultramini -saia é apenas um acto de compensação. Quanto menos giras se sentem as mães, maior superfície têm de mostrar. Há uma relação perversa de qualidade e quantidade.
O pai pensa “Estou careca mas tenho o cabelo comprido”. A mãe pensa “Como estou menos gira, tenho de mostrar mais a giraça que eu ainda sou.”

No meu tempo todas as crianças sonhavam ser como os pais quando crescessem. Hoje, todos os pais querem ser como os filhos. Antigamente nós crescíamos. Hoje, eles decrescem.
As crianças já são adultas aos 9 anos – fanáticas, censuradoras, antitabagistas, ralhadoras – enquanto os adultos readquirem comportamentos infantis. O fenómeno de decrescimento , que ataca a partir dos trinta e tais, é um processo que vós filhos perplexos e embaraçados, tendes de perceber. Até há pouco tempo as pessoas faziam tudo para não envelhecerem. Hoje, esse absurdo desejo já não lhes chega. Nem sequer querem rejuvenescer – querem ser jovens mesmo.
Há qualquer coisa de irritante num pai que se veste igual ao filho – jeans, T-shirts, blusão de cabedal – que anda de mota, que manda postais de James Dean, que “ compreende” sempre o ponto de vista dos putos, que se pode tratar por tu ou até pelo próprio nome. Esse pai, ao reduzir a zero as hipóteses de rebelião dos filhos está a ser mais castrador que o mais autoritário dos velhos pais do antigamente. Hoje, é quase impossível ter um conflito geracional minimamente decente.
Os filhos dos antigos hippies têm poucas alternativas. Alguns ficam iguais aos pais ( há toda uma nova geração de friquezinhos nos liceus.) A maioria torna-se num rebanho de superbetos, de camisa ás riscas e olho na bolsa, para reagir aos calções ou às jardineiras do pai.

Os valores são dados às crianças para lhes dar algo que pensar, contra os quais se possam erguer, que possam rejeitar e um dia substituir ou até reencontrar. Se se diz a uma criança “ tu é que sabes” a criança fica sem saber o que pensar. Ou por outra: fica a pensar que os pais não sabem nada, ou que se estão a borrifar.
As crianças precisam de regras que possam quebrar, ordens às quais possam desobedecer , figuras com as quais possam medir forças. É preciso ralhar com as crianças para elas criarem um saudável sentido de injustiça. É capaz de ser melhor assentar uma chapada numa criança do que mostrar-se independente.
Um pai com um rabo-de-cavalo não consegue dar uma descasca convincente a ninguém. O rabo-de-cavalo abana no ar ou de repente rebenta-se o elástico e o efeito prepotência paternal, que é essencial, não se pode produzir.
Os miúdos portugueses de hoje – vá lá, os que têm entre 8 e 14 anos – são autênticos mártires. Educam-se praticamente sozinhos. Controlam os vícios dos pais, “Ó mãe, não fumes tanto”. “Ó pai, já bebeste sete imperiais!” Desaprovam. Tentam debalde emendar. Dão conselhos acerca do vestuário. “Ó pai, fica mais giro de fato do que essa t-shirt dos Inspiral Carpets”. Julgam. Sentenciam. Só falta emprestarem dinheiro. Na verdade, os miúdos portugueses de hoje são espécies de padrinhos dos próprios pais. Vamos lá: os encarregados de educação.
Do que a mocidade precisa é de algumas indicações básicas acerca do modo de lidar com os pais, quando eles estão a atravessar um período difícil. O pior que se pode fazer é tentar “perceber” ou “ajudar”. O melhor é simplesmente desatinar. Péssimo comportamento é o mais indicado. Pensem. Porque não roubar a quem não tem, destruir só por destruir qualquer objecto de família com “valor sentimental” ou mandar a avó para aquela parte durante um ataque de asma?
O comportamento animalesco é o melhor estimulo que há para desbananar parentes. Filhos de pais bananas, revoltai-vos. Ponham cocó de gato no sítio onde está a pedra de hash. Rapem a cabeça. Peçam asilo político ao Iraque. Peçam dinheiro para comprar uma galinha e expliquem amavelmente que é para uma missa negra. Travem amizades profundas com junkies de meia idade.
Crianças deste país: não desanimem. A coisa está torta mas ainda há

E quanto ao rabo-de-cavalo do pai, a única arma eficaz é dizer-lhe, assim como quem não quer a coisa, que é “giro” apesar de fazê-lo parecer mais velho. E um bocadinho mais gordo. E bastante mais careca. Aproveite para lhe implorar que não apareça mais na escola, porque os seus colegas “nunca iriam compreender”. Comprem-lhe uma rede para o cabelo no dia dos anos. Daquelas que também dão para ir ás compras. Ou um laço de veludo preto para poder aparecer na “Olá”. Ou um lenço de senhora, daqueles enormes, com desenhos de hortênsias e abelhas em delírio. Melhor ainda: uma boa bandelette em tartaruga.
Mocidade de Portugal, filhos de Alex, crianças a quem trocaram o berço por uma mochila, deixo-vos com uma última palavrinha, passada por quem tem consciência do problema ,a quem pode ainda resolvê-lo: SOCORRO!
- Miguel Esteves Cardoso
Olá minha amiga. Espectacular adorei. Estamos mesmo a atravessar uma enorme crise de valores, peço desculpa de andar ausente. Uma grande constipação, complicações várias de saúde. E aqui estou! Muito obrigada pelo carinho. Bjs e bfsemana.
ResponderEliminarMinha querida graça
ResponderEliminarPor aqui é o mesmo. Sem tirar nem por. Igualzinho
Agradeço os teus comentários no Bloguinho da Zizi, és sempre muito bem vinda.
Desejo-te um final de semana de paz.
..tempos modernos,
ResponderEliminarminha linda!
tempos modernos tanto aí
como cá...
bj, querida!
A criançada está cada vez mais ocupada com o que não devia de estar,e alguns pais têm a sua dose de culpa.
ResponderEliminarGraça, encontro aqui um texto que considero excelente,no que concerne à análise da subversão de valores e competências a que vamos assistindo.
ResponderEliminarAs crianças precisam de referências sólidas, de indicativos comportamentais que as ajudem a crescer com harmonia e segurança, mas de facto, nesta sociedade pós-modernista, não se sabe quem imita quem, quem obedece a quem...
"As crianças já são adultas aos 9 anos – fanáticas, censuradoras, antitabagistas, ralhadoras – enquanto os adultos readquirem comportamentos infantis"
Absolutamente irresponsáveis - diria eu!
Um beijo
Oi Graça
ResponderEliminarAdorei o texto. Dentro disso, podemos afirmar que o medo que os pais têm de envelhecerem, acabam criando os filhos sem limites de sem normas de comportamento. São na maioria das vezes jovens rebeldes em casa e na escola. Esses pais não viveram tudo que tinham pra viver na idade jovem e agora querem recuperar o tempo perdido.
Beijos
Amiga Grace, precioso blog amiga, y muy verdad los tiempos han cambiado yo creo que practicamente por todo el mundo, aqui en España pasa igual que en Potugal, los jovenes piensan diferentes a como hace 30 años,
ResponderEliminargracias amiga.
Besos y abrazos de una amiga Lola.
Socorro...!
ResponderEliminarNem todos são desse jeito embora conheça assim muitos casos. Se os pais estão mal os filhos na maioria das situações também não são famosos.
Socorro ...! Quando quis dizer não e me chamaram "bota de elástico"
A situação está muito complicada mas o pior de tudo será a falta de dialogo entre pais e filhos e que os pais saibam ser pais com responsabilidade e bons exemplos.
Sabe Graça
ResponderEliminarpenso que ...bem pere vou refletir
e volto mais tarde
pra comentar certa.
Otimo post.
Bjins entre sonhos e delírios
Despudorada-Mente Eu
Hoje
na verdade
queria despir-me.(...)Reflexo d'Alma
Os jovens adoram desobedecer. Mas, actualmente, não há mais ninguém para lhes dar ordens ...
ResponderEliminarBeijo.
Amiga........Tempos modernos é isso meswmo.
ResponderEliminarÉ uma pena que nossos jovens estão hoje em dia nesse estado.
BOM FDS E BEIJOS MEUS!
Querida amiga, simplesmente fabuloso.
ResponderEliminar"A juventude é a embriaguez sem vinho." Johann Goethe
Tenha um excelente fim-de-semana
bjs do tamanho do infinito
Maria
Tem piada, alinho pelo mesmo diapasão, por vezes meto-me a olhar para o meu filho (19 anos), e a pensar... porque não sou (não fui) como ele, ainda bem, é sinal que os consideramos modernos e nos revemos na maneira de eles se vestirem nos tempos que correm.
ResponderEliminarQuanto à entrevista espero que tenhas gostado, mas juroooo que não sou famoso, nem quero ser... isso assusta-me.
Bjo(TE) Graça e um óptimo f-d-s !!
Olá Graça!
ResponderEliminarMais um lindíssimo texto, abordando temas muito interessantes, cada um vai tentando disfarçar,os sinais da velhice à sua maneira, mas não é fácil não.
O que eu mais condeno é esta malta nova não terem respeito por as pessoas de mais idade.
um homem bem vivido
ele nota a diferença
embora careca e velho
quando se olha ao espelho
ele vê que tem mais cabelo
enrolado na sua trança
tem menos mas é mais comprida
um bom fim de semana,
um beijinho,
José
Oi Graça. O seu Blog Está Lindooooooooo.
ResponderEliminarVim convidar pra ver meu vídeo novo, no Blog que tu segues........ BLOG: SENTIMENTOS.
http://sentimentos-jacque.blogspot.com/
Bom Fim de Semana
Olá Graça! Belo texto! Podes crer que não é só aí em Portugal que esse tipo de coisa acontece. Aqui no Brasil as coisas andam do mesmo jeito. Eu conheço alguns pais que fazem questão de ser mais moderninhos que os filhos, pois acham que nunca envelhecem e, o resultado é a vergonha que os mesmos têm dois pais.
ResponderEliminarBeijos e ótimo final de semana pra ti e para os teus.
Furtado.
Oi Graça.
ResponderEliminarexcelente texto...
acho que em todos os paises as coisas são iguais no que tange a educação de nossas crianças. Os pais párecem não entender que não importa a quantidade e sim a qualidade dos valores e ideais transmitidos aos filhos em crescimeento.
bjs
Minha querida Graça
ResponderEliminarUm belo texto muito actual e tocando nas feridas da nossa sociedade.
Beijinhos
Sonhadora
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarBoa noite Graça!
ResponderEliminarTudo muito bem dito, a chamar os bois pelos nomes, como eu gosto.
Apaguei o comentário de cima porque tinha lá um pequeno pontapé na gramática. As pressas dão nisso :-)
Beijos
Graça, amada!
ResponderEliminarQuanto tempo hein? Venho visitá-la e me deparo com um post dessa importância. Tema atualíssimo, controverso e quando chegam ao meu divã...é trabalho que não acaba maissss.
Beijuuss n.c.
Rê
www.toforatodentro.blogspot.com
Graço
ResponderEliminarPeço desculpa, mas cheguei aqui de blog em blog.
Li esta linda postagem e acredite que deu para pensar um pouquinho.
Parabéns e muito obrigada
Utilia
Queria dizer
ResponderEliminarGraça
Aqui está tudo dito e bem dito sobre o que se passa nas famílias, resultando daí toda esta inversão. Quando o pai diz ao filho que ele é quem sabe, está a fazê-lo decidir algo que ele de facto não sabe. Na família o filho tem que ser filho e os pais têm que ser os pais e não amigos; tem que se saber quem orienta e quem manda, isto claro com o necessário equilibrio. Um dia esse filho sem orientação e sem regras não vai saber a função que terá quando for pai. Muito bom, Graça. Beijinhos
ResponderEliminarEmília
Querida Graça,
ResponderEliminarÀ medida que ia lendo este texto, passei por vários estados, desde o sério ao divertido, não fosse o problema tão sério mesmo e sentiria aqui a minha geração retratada, muito mais ainda uma geração de pais mais recentes. Temos sido demasiado permissivos e presentemente mais que permissivos temos dado às crianças todo este poder e demasiadas responsabilidades desde o berço. As crianças já quase não brincam, no sentido inventivo e criativo que a brincadeira tinha, as crianças vivem espartilhadas entre horários e actividades constantes e os pais demitem-se da responsabilidade de lhes criar o espaço que precisam, porque lhes dá muito trabalho...
Miguel Esteves Cardoso, que não lia há muito, sempre tão lúcido...
Obrigada por este momento.
Beijos
Branca
Graça, é bem por aí mesmo! Antigamente tínhamos que nos esconder de nossos pais... hoje, temos que fazer escondido de nossos filhos.
ResponderEliminarUma ótima crônica para iniciar um final de semana divertido e reconfortante!
Grande beijo brasileiro!
Querida Graça, gosto da escrita de MEC, mas gosto muito mais da tua! Gostos...
ResponderEliminarComecei a ler o 'no meu tempo' e logo nas primeiras palavras tive a percepção de não estar a ler-te. Gosto da humanidade que sempre revelas, da tua sensibilidade [única] de abordar os temas, do teu sentir...
De qualquer modo é uma crónica muito actual, na análise duma sociedade em permanente mudança e nem sempre no melhor sentido.
Beijo meigo, minha querida Graça, sabes o quanto gosto de ti, das tuas palavras.
Carlos
Olá Graça
ResponderEliminarConcordo totalmente co Miguel Esteves Cardoso.
Aliás já publiquei crónicas dele e tenho alguns excertos de livros, dele, agendados.
Vivemos numa sociedade qua atravessa uma crise de valores!
Bjs.
Texto impressionante... Tal e qual a realidades actual! Estamos em crise... e não é financeira!! é de sentimentos, valores... Coisas que não se resolvem com uma nota de 500 euros... Um grande beijinho e óptimo fim-de-semana Gracinha! ;)
ResponderEliminarGraça, adorei este texto. Aliás tenho pena que o MEC não apareça mais vezes, sempre tão oportuno e critico.
ResponderEliminarTem um bom fim de semana
Beijinhos
São os sinais dos tempos! Tempos modernos (rsss).
ResponderEliminarBjs.
Minha amiga Gracita,
ResponderEliminarUm texto magnífico a retaratar tão bem as perdas de referências e as inversões de valores que só poderia sair aí, de dentro de ti, como disse bem o Francisco, dando nome aos bois, porém ser perder o refinamento.
Grande beijo em teu coração
Um texto à MEC, só podia ser... É incontornável a forma como, cheio de saudável ironia, alerta para a inversão de valores a que se assiste hoje em dia! porém valha a verdade, também não está fácil ser pai e mãe: perante tanta confusão e face ao manancial de solicitações a que as crianças e os jovens estão expostos, só mesmo com muito diálogo é que se pode "levar o barco a bom porto" - parece que o Miguel Esteves Cardoso focou apenas uma parte do problema, pelo menos por agora...
ResponderEliminarBeijinho
Um texto à MEC, só pode!!!
ResponderEliminarMiguel Esteves Cardoso sempre actual!
Obrigado pela partilha.
Espectacular... adorei.
Tenho aparecido muito pouco, mas a saúde não tem ajudado.
Beijos.
A volta na reviravolta do tempo. Gostei de te reler, Graça
ResponderEliminarUm beijinho
Chris
Graça...bestial...simplesmente perfeito. E vale não só para Portugal, mas também para o Brasil. Parabéns por tua sensibilidade.
ResponderEliminarbeijo
Graça Erudita,
ResponderEliminarUm tema surpreendente de ironia e actualidade.
Evoco, como exemplo, este pensamento dum filho em relação ai PAI: "Pai, sinto falta do teu falar, do teu sorriso e do teu olhar, cheio de sabedoria e de vida, lamento o que não aprendi por ter tido tempo".
Bj
Jorge
Adorei este convite a meditar, à reflexão. O modo como tratas o tema é um encanto, como desfrutei.
ResponderEliminarÉ certo! Não se soube fazer uma boa adaptação aos tempos que correm: uns querem ser os outros e vice-versa.
Mas por estas latitudes acontece o mesmo.
Um grande abraço
Querida Graça
ResponderEliminarÉ lamentável que a humanidade segue por um caminho onde as identidades, as referências vão se perdendo de geração em geração.
Essa inversão de facto não acontece, os filhos, enquanto jovens, conforme eu constato na clínica ficam sem "chão", ou sem referências, pois não há nada que tenha uma estabilidade, e sentem vergonha dos pais, baixa auto-estima e daí na adolescência e vida adulta vão reproduzir com mais eficiência comportamentos, concepções que só destroem.
Uma boa crônica, e pelo aspecto globalização que vivemos, aqui, lá e pelo planeta afora, o que difere é apenas a condição econômica, no mais, tudo igual.
Beijos, um bom final de semana, e que possamos fazer aquilo que está em nosso alcance. Inclusive escrever para manter o tema como pauta.
Salete
Querida Graça,
ResponderEliminarum texto que dá para uma grande reflexão....como é possível estar a acontecer esta inversão de valores.
Acredito que muitos filhos tenham mesmo vontade de proibir a ida dos pais à escola.
É caso para pedir aos professores para educarem estas crianças e deixarem que elas sejam crianças.
um grande abraço
Graça
ResponderEliminarTexto muito bom, como costume.
Na realidade, se passou de um extremo ao outro extremo.
Os pais dispunham dos filhos com alguma crueldade, por vezes (era a forma de amar).
Os filhos tinham medo desses pais!
Neste momento, os pais têm medo dos filhos e
deixaram de comandar suas vidas - passaram eles (pais) a serem comandados e a terem medos e a se comportarem, como acham que os filhos gostam mais.
Ambos errados! Os pais do outro tempo, os pais deste tempo. Apetece pedir "Socorro".
Bem analisado, bem escrito e uma grande verdade
E o "meio-termo" ainda não chegou ao Mundo em que vivemos.
Com amizade,
Mª. luísa
Que «olho clínico» que tu tens!...
ResponderEliminarAs situações realmente inverteram-se e aqueles valores foram-se, outros precisam de ser criados, mas esta vida não dá para parar e pensar e, tudo vai andando à desfilada!...Por acaso não sabes, quem foi o «javardo» que começou a dizer que velho não presta e já se é velho aos 40? Claro que isso faz «mofa»!...
Beijinhos,
Manuela
olá Querida Graça.
ResponderEliminaré incrivel como as cisas são semelhantes mesmo estando nós do outro lado do Atlantico.
sempre tem pais a deixar tudo pra lá, e só pensar neles que querem ser adolecentes a vida toda....cheios de rugas, cabelos brancos tingidos, reumatismo...mas se vestindo e agindo igual ou pior que os filhos...
e estes sofrem enm todos se educam sós, e aí vem todos os tipos de vicios, fisicos e morais...
me uno a ti, e digo SOCORRO!!!!
BEIJO DE LUZ
Rosan
Sempre gostei de ler o Miguel Esteves Cardoso
ResponderEliminar(saudades do tempo do Independente) e como
hoje faria falta um jornal desse tipo.Ainda
hoje conversava com o meu marido, a respeito
do comportamento das crianças e de como os
adultos se deveriam comportar com eles, para
melhor os educar.Temos na família uma Luana
a caminho dos 3 anos...de uma personalidade muito
forte e que já quer ser muito individualista.
Na creche consideram que ela é a mais activa
e independente de todas as crianças.O meu
marido é um bocado rigído, tento fazer-lhe ver
que nos temos que adaptar aos tempos actuais,
mas ser interventivos.É difícil hoje educar
uma criança seja em que idade for.Mas obviamente
a demissão, nunca!
Vim para lhe dar um beijo e desejar um bom
domingo. E concordo com o comentário que deixou
sobre o saber estar só...(salvo erro no blogue
da Fernanda, no quintadorau.
Beijinho/Irene
Estou totalmente de acordo com o MEC.
ResponderEliminarCada vez se percebe mais que a geração a seguir à nossa, de tanto querer ser liberal, acabou por não saber como educar os próprios filhos.
Pior vai ser estes filhos virem a educar os seus (nossos netos).
Ando seriamente preocupada.
Beijosssss
Graça
ResponderEliminarPassei para lhe dizer que tem um prémio no meu ÓculosdoMundo. Passe lá, se apetecer :)
(Excelente texto, muito pertinente)
Bjs
Extremo!
ResponderEliminarMuito bom!
Graça
ResponderEliminarmuito bonito, dar voz às nossas vozes!
Miguel Esteves Cardoso tem um humor ácido e irónico que eu muito aprecio.
Há tantos pais, quantos são os filhos...e quem disse que seria fácil ser filho?
existem tantas crianças que são obrigadas a "paternalizar" e a "maternalizar" os adultos, que por incapacidade própria ou adquirida dependem afectivamente das crianças e às vezes materialmente e não estou a falar apenas de mendicidade.
Crianças e adolescentes que fazem tudo sozinhos, desde ir às compras, tomar conta dos irmãos mais pequenos em vez de ir à escola...
Este país não é para velhos e muitas vezes também não é para crianças!
obrigada pelo sentido de humor!
beijinhos
Manuela
Um assunto interessante e bem complicado, as crianças precisam de referencias e onde andam elas? os pais cada vez mais têm dificuldade em educar, estão pouco tempo com os filhos e de repente percebem que eles cresceram.
ResponderEliminarComo professora vivo intensamente este desenrolar...muitas vezes sou confidente destes jovens, e verifico que não têm nenhum respeito nem admiração pelos pais, e o futuro como vai ser? o assunto dá pano para mangas...
Um grande beijo
Querida Graça,
ResponderEliminarLi todo o texto deliciada a pensar que era teu, e bem podia ser, afinal tu escreves lindamente...mas havia um tom irónico/caustico que eu conhecia...
O meu querido Miguel Esteves Cardoso...
Leio tudo dele, desfaço-me a rir, sempre!!!
Curiosamente não conhecia ainda esta crónica dele e não posso estar mais de acordo com tudo, tudinho que ele diz.
Amei.
Beijinhos
Ná
Um excelente texto, mas as vezes me pergunto se esta obediência de outrora era mesmo respeito ou era medo?
ResponderEliminarbeijão, linda semana
" Gosto e preciso de ti
ResponderEliminarmas quero logo explicar...
Não gosto porque preciso,
preciso sim por gostar."
(Mário Lago)
Feliz semana com amor e poesia!
OBS: Tem selinho aqui prá voce...Beijos!
Bom dia, Graça.
ResponderEliminarObrigada por ir ao meu bloguinho. Adorei o texto, acho que muitas coisas mudaram, muito complexo este assunto e cada um tem sua visão. Certa vez assistindo a um filme a frase final me fez pensar, "A mão que balança o berço é a mão que governa o mundo".
Renata
Beijos e ótima semana.
Graça, querida amiga:
ResponderEliminarJá tanto e tão bem por aqui foi dito.
De uma forma ou de outra o que me parece é haver uma riqueza enorme neste texto pela constatação de uma pluralidade, experimentação que faz ciclo de tempos em tempos. Na minha profissão deparo diariamente com jovens muito adultos e adultos que sabem valer-se do jovem que há dentro deles.
Parabéns pela publicação, muito oportuna.
Beijo e kandando com amizade. Uma óptima semana para ti e os teus
Graça querida,
ResponderEliminarEsse 'fenômeno' não é só em Portugal. No Brasil - e no mundo inteiro - parece que está havendo 'uma troca' de idades...
Vou me juntar a você e também pedir SOCORRO!!!!!!!!!
:) compreendo o teu ponto de vista.. sabes, as modas (quer roupa, costumes, filosofias de vida, etc..) sempre mudaram desde q o Homem existe porém penso q nunca a um ritmo tão acelerado.. o q faz c q seja mto complicado certas pessoas saberem o q fazer, o q seguir, pensar, pra onde ir, etc.. Acho mm q tudo está a caminhar para uma "Mudança".. entretanto há q tentar ir vivendo feliz.. :) um beijinho
ResponderEliminarGraça, obrigada pelas suas palavras no seu
ResponderEliminarcomentário. Obrigada mesmo.
Beijinho/iRENE
Graça,que texto perfeito de teu convidado!Os valores realmente estão de pernas para o ar!Texto divertido com um assunto muito sério!Gostei demais!Bjs,
ResponderEliminarquerida graça,
ResponderEliminarque texto espetacular!!!
mas eu penso que os pais são os maiores culpados.
vão em busca de carreiras blilhantes e os filhos ficam a merce de quem??
eu sempre me dediquei aos meus.
hoje eles tem suas carreiras e muito bem sucedidas mas temos laços eternos
ainda continuo a orienta-los.
linda semana com bjos.
Olá Graça!
ResponderEliminarAqui em França os pais também contam muito com os professores para educar os seus filhos!
Para fazer aula hoje é preciso bastante coragem e paciência!
E há vários casos de professores que foram levados a tribunal e condamnados por terem dado um estalo a um garoto que muito o merecia!
Eu não aconselhei meus filhos, e não aconselho ninguém, pelo menos neste país, a dirigir-se para a profissão de docente!
Também já se fala em passar uma lei para proibir açoitar os miúdos!
Aqui diz-se a modo de brincadeira: " les jeunes d'aujourd'hui ne valent pas les vieux de demain!" = " os jovens de hoje não valem os velhos de amanhã!"
***
Beijinhos grandes e uma excelente semana,amiga*******
Os meus filhos já me deram netos que estarão nessa faixa de idade, e como eles (os dois mais velhos), tiveram um apoio do pai rigoroso, de que tantos me criticaram, agora estão bem atentos aos meus netos e desejosos em acompanhar o seu crescimento.
ResponderEliminarAbraço do Zé
GRAÇA
ResponderEliminarAdorei passar por aqui e mostrar Esperança...
Um beijo
CORAÇÃO VERDE
Peguei no meu coração
E tentei que se fechasse...
Peguei numa chave brilhante...
E tentei que ele não sofresse...
Mas o meu coração é mole...
O meu coração é Verde
E está cheio de Esperança...
E também de boa fé...
E acredita... que aqui...
Não precisa de chave
E vai continuar a ser Verde...
Porque o verde da esperança...
Mistura-se com o
Vermelho do sangue
LILI LARANJO
Muita coisa mudou mas a essência a família é a base de tudo isso não pode mudar os pais temd e educar seus filhos para um mundo melhor, paz.
ResponderEliminarBeijo Lisette.
Oi Graça!
ResponderEliminarParabéns!
Todos os pontos estão nos iiiiiiiiiii!
Todo o comentário que possa fazer vai dar a isto: NÃO hÀ CURA POSSIVEL PARA ESTE MUNDO DESATINADO"!
Pobre dos filhos ,quando fazem tanta asneira e os pais ,todos vaidosos por isso.
Conta o meu marido que havia um senhor cá na terra chamado "TOCA" e tinha uns filhos muito desobedientes e malcreados, mas ele coitado claro que se envergonhava,então quando se referia aos filhos ainda miudos dizia"os meus filhos têm uma PERSONALIDADE MUITO VINCADA ,quer ver?
-Ó António anda cá !
-NÃO VOU!
-Ele disse que não vinha ,e não vem mesmo !
-Tá ver , são assim personalidade não lhes falta!
E esta história pegou de tal forma, quando vemos um miudo malcreado, lá dizemos :
-è como o filho do "TOCA", tem personalidade vincada!
Até breve
Herminia
Oi Querida Amiga!
ResponderEliminarPassando para agradecer sua visitinha que me faz tão feliz! Grata por existir.
Beijos, fica com Deus e com a Virgem Maria!
Mariii
Querida amiga Graça,
ResponderEliminareste é um texto pertinente e que convida à reflexão. Esta inversão de valores é de facto assustadora e as crianças acabam por não respeitar os pais e sentirem-se até incomodadas com a presença deles.
Beijinhos,
Ana Martins
Bom dia Graça:
ResponderEliminarNesta panóplia desenfreada de um mundo moderno em que muitos levam os costumes para o lado de (mais vale parecê-lo que sê-lo), está também incutido na mente de muita gente o imitar para se dar nas vistas.
Em cada ano que passa, nova moda aparece em vários conceitos da vida, e é aí que muita coisa muda.
Até os usos e costumes banais se alteram.
Será que um dia veremos pelas ruas o estilo representativo do (homem das cavernas ou extraterrestres?).
É o avançar de um mundo moderno em que põe ao dispor de qualquer um toda uma panóplia de mudança de estilos.
Bjos, boa semana.
Olá! Obrigada pelo carinho e realmente se morasse aqui iríamos nos encontrar e rirmos bastante.As crianças de hoje são hiperativas e os pais colocam cada vez mais obrigações para queimarem tanta energia,em contra-partida não dão limites,estão sempre correndo atras da grana para pagar tudo isso e também atrás da eterna juventude. Nem todos são assim,mas, na maioria sim. Uma loucura! Montão de bjs e abraços
ResponderEliminarOs tempos são outros em todas as partes do mundo!
ResponderEliminarEducação recebe-se com exemplos e isto parece que não existe mais...é a lei do cada um por si e se for possível nos encontamos uma vez por semana!!!
Um beijo ,escritora brilhante!!!
Sonia Regina.
Tua ausência cala o mundo, o mar, os ventos.
ResponderEliminarTua ausência desaba silenciosamente sobre os
meus dias, soterrando meu outono...
Ela magoa demais o meu sossego.
(Tua ausência é essa substância densa)
Tua ausência é tão presente que é pessoa...
E me abraça.
(Marla de Queiroz)
Boa Noite com poesia...M@ria
Querida Amiga Graça,
ResponderEliminarMiguel Esteves Cardoso, sempre ele com muito espírito e um humor muito britânico! Tem graça e é muito oportuno e vem na linha de um post que coloquei na Tulha sobre a Educação na Familia.
Um beijinho muito amigo.
TRazendo um beijo carinhoso pra desejar a amiga uma belissima semana.
ResponderEliminarObservo que vivo uma época em que todos queremos ser jovens. Eternamente um deles.
ResponderEliminarNisso podemos incluir nossos filhos, que identificam de longe um velho. Seja qual for a idade deles. Nós esquecemos que uma criança precisa ser contrariada mesmo, ela ainda não sabe decidir, apesar de pensar o contrário.
Mas é sinal dos tempos. Nascemos jovens e viveremos assim por toda a vida. Grande parte dos nossos problemas pode residir neste ponto. Não?
Ótima crônica. Como sempre oportuna. Beijos.
Oi Graça de fato um texto maravilhoso e que nos faz pensar. Gostei de como a fase do armário retorna.
ResponderEliminarO mundo muda de forma rápida e continua e é difícil acompanharmos a tudo isso. os valores que carregamos conosco são os que passamos para nossos filhos, ainda que com alguma adaptação e leve mudança e é certo que eles quando adultos farão o mesmo e terão as mesmas dificuldades.
Um grande beijo e obrigada sempre por todo o seu carinho
É verdade, Graça. Quisemos tanta liberdade, que perdemos a noção dos valores. Pedir socorro? Ainda é possível educar os pais? Somos um caso perdido? Às vezes é mesmo de desanimar, mas se os jovens têm vontade de educar... È possível que não cresçam com os nossos erros.
ResponderEliminarUm grande abraço.
Olá Graça
ResponderEliminarObrigada por votar amiga. Você é uma pessoa muito especial. Já disse que amo seu país?
No próximo ano estarei aí. Até já compramos as passagens.
Bjo
Graça querida. "o vento que venta aí, venta aqui", sempre digo essas palavras ao nosso amigo em comum, o poeta satírico, o querido José.
ResponderEliminarO problema,na minha opinião, está nos pais que querem ser modernos além da conta e ficam perdidos na hora de fazer valer a autoridade paterna.Coitadinha da cabeça dos filhos...
E.T.:
Adorei seu comentário no meu post sobre o Amor, você falou da minha mãe.
Beijo, amiga, e obrigada. Ando com saudade dela. Muita.
Muito obrigado por entrar em contato. Vamos ser amigos culturais? poderemos trocar idéias, experiências e divulgar nossos trabalhos. Sou poeta, escritor e editor do FANZINE EPISÓDIO CULTURAL (virtual e impresso). Conheces o Brasil?
ResponderEliminarbjos poéticos
machadocultural@gmail.com
Adorei! tem razão em tudo! os miúdos de hoje crescem com um "emprego" pior que o dos pais, pois só saem dele depois dos pais saírem do deles! por essas e por outras é que deixei de trabalhar para cuidar do meu filho, quando este nasceu! coisa rara no portugal dos dias de hoje! por incrível que pareça ainda sou olhada como dondoca!
ResponderEliminarjocas e bigada pela visitinha!
Rosa
muitas verdades, sem dúvida!
ResponderEliminarem relação à tua pergunta...não muito bem.
Beijinho grande!
o MEC é perito na arte de bem escrever!
ResponderEliminar:)
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarQuerida Graça!
ResponderEliminarAinda hoje estive tentada a publicar um texto hilariante do MEC.
Fica para outra vez, mas acho-o mesmo completamente delicioso.
Deixo um beijinho e um abraço ao teu doce maninho, que sei estar com dois quadros em exposição aí no Porto, eu adoraria ver...mas não creio que vá dar.
Ele, como a mana, muito querido, mandou-me um presentinho, mais um.
Sou uma privilegiada, ganhei um pacote especial, um dois amigos fantásticos em um/a :))
Beijinhos e abraços aos dois,
Ná
PS. Desculpa Graça, erro gramatical.
Muito boa essa postagem.
ResponderEliminarInfelizmente essa inversão de valores está presente em todos os lugares. Ou fazemos algo para mudar essa situação ou só o que nos restará é pedir socorro.
bjs
Um Feliz dia prá voce!!
ResponderEliminar"Eu canto porque o instante existe e a minha vida
está completa.
Não sou alegre nem sou triste: Sou poeta."
Cecília Meireles
Beijos........M@ria
Querida Graça, guardei as tuas palavras que tanto me tocaram no meu coração, acredita trouxeram-me paz e recorrei a elas nestes dias e sempre que necessitar...
ResponderEliminar...
beijinho muito amigo!
Andy
Maravilhosa Amiga:
ResponderEliminarUm visão fabulosa dos dias de hoje, onde cabem todos pela aceitação, entrega ou não à vida, de filhos e pais numa análise sensata e importante.
Concordo com o seu pensamento completamente.
Uma visão avançada da educação. Só podia sair de si.
Tudo mudou. Progenitores ousados, filhos rebeldes.
Perfeito.
Adorei.
Tem uma escrita extraordinária. De excelência que adoro.
O seu talento é imenso.
Beijinhos agradecidos pela sua amizade de sonho.
Sempre a considerá-la imenso.
pena
Bem-Haja, pela ternura fantástica no meu blogue.
Escreve de forma divinal.
MUITO OBRIGADO sincero, amiguinha de pasmar.
Graça:
ResponderEliminarVinha agradecer-lhe o comentário que me deixou na minha fotografia das escadinhas de S. Francisco e deparei-me com este belo texto, que demonstra um conhecimento e um espírito de observação, que falta a muita gente que já está completamente baralhada, sobre o que é ser pai... o que é ser filho... assunto terrível e cada vez mais difícil e complexo precisamente porque é difícil a muitos pais, saber o lugar que lhes compete e não conseguem "domar" o pequeno selvagem que a sorte, ou a pouca sorte, lhes entregou, muitas vezes sem esperarem, para educar.
O medo de que esse pequeno selvagem um dia se volte contra eles fá-los abdicar da autoridade que deviam exercer. Autoridade que não quer dizer "violência" mas carinho, pois essa autoridade se não for exercida pelos pais ... um dia será exircida por outros que sem dó nem piedade lhes ensinarão o que é o respeito, e será um ensino duro e que eles não esperam.
A verdade é que podem dizer que o que nós tinhamos era medo dos nossos pais, mas não era verdade.
Obrigada Graça e voltarei.
Bom fim de semana
Maria
Gostei de ler. É mesmo isso!
ResponderEliminarGraça, minha querida amiga. Nós brasileiros somos exatamente iguais. Estou passando aqui para dizer-lhe o quanto sou grata por sua presença sempre ativa no Arca. Tenho dado pouca atenção ao seu blog por pura falta de tempo. Perdoe-me. Voltarei a organizar meu tempo. Obrigada pelo carinho e amizade. Beijos e fique com Deus.
ResponderEliminarAi Graça, estou aqui a rir tanto...essa estória está demais! Muito "gira" como dizem aí...aqui é a mesmíssima coisa...osa carecas a deixarem os cabelos cresceram e pegam os do lado para taparem a careca...ridículos!
ResponderEliminarTudo bem que hoje em dia os pais não tenham aquela cara de velhos que tinham antigamente, mas daí a usar as mesmas roupas que os filhos...basta ver a nossas atrizes de novelas...velhas, plastificadas, embotoxicadas, de minissaia...ai maigodi...não aguento...muito, mas muito bem escrita essa crônica...amei! Viu? Voltei para um café contigo! beijos
Um retrato fiel do que acontece não apenas em Portugal ou no Brasil. É um "fenômeno" que avassala o mundo.
ResponderEliminarQue infância tão diferente
a de hoje…
Mais estranha que ela,…
há sim: os muitos pais
que parecem jamais
ter sido crianças!
Adorei o texto que você nos trouxe.
Bjs, Graça, e inté!
oi amiga...
ResponderEliminarótimo texto!
Tem um enfoque bem preciso de como anda a sociedade atualmente!
bjo!!
Cara amiga! Desde já agradeço a sua visita ao meu blog,faço votos de um bom fim de semana em companhia do seus. Um grande abraço deste amigo.António Costa
ResponderEliminarAmiga Graça.
ResponderEliminarDepois de ler o texto que dá para reflectir alguns,direi a palavra(nem tudo ao mar nem tudo a terra),vejo pais bem modernos e os filhos tem regras,outros são baldas" porque levam a lição de casa,e vai andando como uma bola de neve,o estalo do pai ou da mãe na hora certa,nunca fez mal a ninguém.Tenho dois filhos,graças a Deus,responsaveis,amigos e respeitadores,e na rua parecia eu a irmã mais velha,nunca fumei nem bebi,para que eles me chamassem atenção,mas sei que hoje em dia é prato do dia.Porque muitos gostam de os deixar entregues a si próprios, e depois a casa vem abaixo.
Beijinho.
Olá, sou brasileiro e não entendo as palavras: "giras", "friquezinho", "superbetos", "a borrifar", "assentar uma chapada", "dar uma descasca", "beber imperiais" desbananar", "pedra de hash", "dia dos anos"
ResponderEliminarAlguem poderia explicar? Obrigado.